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sexta-feira, 16 de junho de 2017

5 empresas lideram nas scale-ups portuguesas - startup ecosystem study



5 empresas lideram nas scale-ups portuguesas


A Outsystems é incluída como líder num grupo que engloba ainda Uniplaces, Veniam, Feedzai, Talkdesk, todas com financiamento acima dos 20 milhões de dólares.


Durante a Lisbon Investment Summit, a Mind the Bridge e a Beta-i revelaram o último estudo sobre a comunidade de empreendedorismo de Portugal, o “SEPMonitor Report”, elaborado no âmbito da iniciativa Startup Europe Partnership (SEP).

Uma das constatação do trabalho (disponível mediante cedência de informação) é que o grupo de empresas já com estatuto de scale-ups grandes é liderado por cinco empresas. A Outsystems destaca-se com financiamento acima dos 60 milhões de dólares.

As outras quatro com valores angariados acima dos 20 milhões: Uniplaces (28,6), Veniam (27), Feedzai (28), Talkdesk (25). O estudo refere que mais de metade (56%) do total angariado por scale-ups portuguesas pelas seis empresas melhor financiadas. Mas não é explícito sobre quais são.

A par da Farfecth, empresa já noutro patamar, o estudo coloca ainda em destaque a Unbabel (8 milhões) e a Aptoide (5 milhões). Contudo na nota introdutória ao estudo, o coordenador do mesmo, Alberto Onetti, e Pedro Falcão, da Beta-i, dizem que Outsystems, Veniam, Feedzai, Talkdesk e Aptoide são as scale-ups a manter “debaixo de olho”.

Não são claras as razões pelas quais a Unbabel é preterida em favor da Aptoide quando a primeira tem maior financiamento. Haverá outros factores, mas inquiridas pelo Computerworld, as entidades responsáveis pelo trabalho acabaram por não dar explicações.

Não obstante, o estudo avança que as seis empresas com maior financiamento suplantaram um valor total de 190 milhões de dólares.

Outros dados do estudo:
‒ Quatro das cinco empresas mais financiadas em Portugal são “empresas duais”, no sentido em que foram fundadas em Portugal e que transpuseram parcialmente a sua sede para o estrangeiro, mantendo as operações relevantes no país. Todas se mudaram-se para os EUA e excepto uma não se mudou para Silicon Valley;

‒ 80% de todas as scale-ups acompanhadas foram fundadas em 2010 (a média europeia é 65%), 46% das quais arrancaram de depois de 2013;

‒ 83% das scale-ups portuguesas completaram pelo menos um evento de financiamento após 2014 (76% é a média europeia), 61% desde 2015. Em apenas alguns anos, o ecossistema de expansão portuguesa mostrou um crescimento acentuado;

‒ Há uma prevalência (88% do total) de pequenas scale-ups (com um a 10 milhões de dólares angariados) e não há “scalers”, ou seja, empresas que arrecadaram mais de 100 milhões de dólares;
‒ 67 scale-ups obtiveram uma média de 1,6 milhões de dólares de financiamento com 67% de todas rondas lideradas por capitais de risco portuguesas. 30% envolveram investidores internacionais e os restantes 3% são relativos a participações com termos não revelados;

‒ Há três países de onde surgem mais investidores interessados nas scale-ups portuguesas: EUA (presentes em 17% das rondas), Espanha (5%) e Reino Unido (8%);

‒ Quanto ao capital investido 30% (100 milhões de dólares) do total financiado foi empregue na área de serviços empresariais, 13% no sector hoteleiro e alojamento e 12% na área de Business Analytics (12%);

‒ 70% das startups adquiridas tinham menos de cinco anos;
‒ No último ano, foram garantidos mais de 130 milhões de dólares (40% do financiamento total obtido no período 2010-2016), isto significa que Portugal está a crescer duas vezes mais rapidamente do que a média europeia.


Source and credits to:

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Portugal’s Startup Ecosystem - SEP - Portuguese ICT Scaleups November 2015 RESEARCH

Portugal’s Startup Ecosystem is now a force to be reckoned with!
 
 
SEP releases first research into the Portuguese ICT Scaleups and Exits ecosystem, 
published with the support of Microsoft Portugal and Ativar Portugal Startups.
  • Despite its relatively recent history, 40 scaleups (startups with >$1M funding raised since foundation and at least one funding round in the last 5-year period) have been identified by SEP in Portugal. They have cumulatively raised over $166M from venture capital since inception, with an average of $4.2M each. 24 other companies have been able to secure funding in the range of $0.5-$1M.
  • The greatest number of Portuguese scaleups (42% of the total) are located in Lisbon and account for about 60% of the total money made available to Portuguese scaleups. 28% are based in Porto. The remaining are scattered all over Portugal.
  • From the “exits” side, 9 M&As have been reported in the last five years, about ten times less than the average of the other five countries previously analyzed by SEP (UK, Germany, France, Italy and Spain). They all exited internationally. In the same period, no Portuguese ICT company went public (IPO).
  • The vast majority (90%) of Portuguese scaleups are small scaleups and fall into the $1M-$10M category of capital raised (they collected 44% of the total amount of capital raised). Over half of the total capital made available to Portuguese scaleups has been raised by the mid-scaleup segment ($10-$50M). 4 companies secured 56% of the overall capital raised. No scalers (i.e., scaleups able to raise over $100M raised) nor Unicorns (companies valued over $1B) have yet been spotted in Portugal. However it’s worth noting that one European unicorn has Portuguese blood in its veins: Farfetch, is a UK company founded in 2008 by the Portuguese entrepreneur Josè Neves.
  • Several Dual Companies (headquartered abroad but maintaining a strong operational presence in Portugal) have been detected and continue to invest a large part of the capital raised in their home country. The most notable are Feedzai, Talkdesk, Veniam, Unbabel and Musikki.
  • Rising from the late-2000s financial crisis, Portugal is rapidly emerging on the European startup map. Although it can’t yet be compared with other leading countries previously analyzed by SEP (UK, Germany, France), it does however share some of the same similarities.
 
 
 
 Startup Europe Partnership (SEP), in collaboration with CrESIT, today published its new Monitor focused on the Portuguese ICT scaleup ecosystem.
 
 This Monitor has been produced with the support of Microsoft Portugal and Ativar Portugal Startups and will be showcased later in the day at the UP Awards, an event that will bring together the entire entrepreneurial ecosystem in the country.
 
The study shows that Portugal is rising from the late-2000s financial crisis and rapidly emerging on the European startup map, with a very vibrant entrepreneurial community able to produce tangible results, despite its relatively young history. Although it can’t yet be compared with the leading countries previously analyzed by SEP (UK, Germany, France), Portugal does share many of the same similarities – and a smaller gap – with Spain and, particularly, Italy.
“We were in Lisbon in June for our SEP Matching Event and we found a very vibrant entrepreneurial community, and it’s therefore no surprise that the Web Summit will be held there from 2016 – commented Alberto Onetti, Coordinator of SEP – The good news is that this young ecosystem has already been able to produce tangible results. It’s growing fast and if the numbers are weighted to factor in GDP, the ability of Portugal to create scaleups is really quite remarkable.”
 
SEP identified and analyzed 40 scaleups (startups that raised over $1 million) that broke the early-stage level and cumulatively raised over $166M from Venture Capital, with an average of $4.2M each.
 
“Supporting today’s startups is investing in the Portugal of tomorrow Caroline Phillips, Director of Developer Experience & Entrepreneurship at Microsoft Portugal commented – and this research confirms what we have known for some time, namely that Portuguese Scaleups are transforming into truly world class companies and stimulating new economic growth and innovation.”


Number of Portuguese scaleups
 
To properly assess the Portuguese data, we need to factor in the relative newness of the Portuguese startup ecosystem: 65% of the Portuguese scaleups had a funding round in the last two years (the majority of which was raised this year) and 75% were founded after 2010 (and 48% after 2012). In addition, Portugal is a relatively small sized economy compared to the other countries analyzed (Portuguese GDP is $230B, 16 times lower than Germany, about 12 times lower than the UK and France, 9 times lower than Ital y and 6 lower than Spain).

Other Key Findings
 
In addition, 24 other startups were able to secure funding in the range of $0.5-$1M and are scaleup candidates for the immediate future. A comparison with other countries shows to be appropriate at this stage:
> Raising capitals: mid-scaleups leading, 4 scaleups secured 56% of total, no Scalers

In this respect the Portuguese scaleup landscape looks very similar to that of Italy – and to a lesser extent to Spain – with a large dominance of small scaleups. The vast majority of Portuguese companies (90%) that have actively raised funds in the recent years fall into the $1M-$10M category of capital raised and account for 44% of the total amount. 8% fall into the $20-50M range and collected 48%, 2% fall into the $10-20M range and raised 8% of the total capital.

As a consequence, over 50% of the total capital made available to Portuguese scaleups has been raised by the mid-scaleup segment ($10-$50M). No scalers (i.e. $100M raised) have yet been spotted in Portugal.
 
 
Portugal: an international comparison
 
 
> Exits: 9 M&A, no IPOs

It is not unexpected that Portugal currently lags behind in terms of exits. The SEP Monitor identified 9 M&As, with an average of two transactions per year in the last four years (3, 1, 2 and 3 acquisitions respectively in 2012, 2013, 2014 and 2015). This number is about ten times smaller than the five-country EU average (75), and still far from the other two Mediterranean countries (Italy has 30 exits, while Spain recorded 39 exits). No Portuguese ICT company has gone public in the last five-year period.
 
> Exits: all abroad

All Portuguese scaleups exited internationally. The large majority of the deals (66%) were completed by U.S. buyers, while 22% of the acquisitions were by companies from other EU countries (Spain and UK), and none by a Portuguese company. One acquisition was from a South African company (Naspers). This data suggests that the Portuguese startup ecosystem is internationally well connected, while the domestic corporate market is not yet exploiting the opportunity of investing into startups.
 
 
> Hubs: Lisbon and Porto are leading

The greatest number of Portuguese scaleups (17, 42% of the total) are located in Lisbon. And in Lisbon it looks easier to get access to venture capital: the companies based in the capital city raised about 60% of the total money made available to Portuguese scaleups. 11 scaleups (28%) are based in Porto. This makes it the second scaleup hub in Portugal. The remaining scaleups (12) are scattered all over Portugal, with a larger concentration in the north and specifically in the area surrounding Porto and Braga.
 
 
> Areas: Software Solutions, Business Analytics and Health are leading the market

Software Solutions, Business Analytic s and Health respectively account for 17% and 13% of all the scaleups mapped in Portugal. Education, Enterprise Services, Hospitality and Mobile equally attract 8% of the identified companies. Other areas such as Cleantech, Digital Media and Fashion are attracting more scaleups (5% each).
 
 
> Dual Model

As reported in other European countries such as France and Italy, the SEP Monitor detected a number of Dual Companies (domestic-born and grown-abroad), i.e. Portuguese startups that relocated their headquarters – and with that part of their value chain – abroad, while maintaining a strong operational and technological presence in the country of origin. Feedzai and Talkdesk, for instance, moved their headquarters to the US where they raised post-seed capital from US investors. Other interesting dual model examples include Veniam (initially founded in Porto in 2012, the company is now based in Mountain View with engineering labs in Portugal), Unbabel (founded in 2013 in Lisbon, Unbabel is now headquartered in San Francisco, while maintaining engineering in Portugal) and Musikki (launched in 2011, Aveiro-based, is now headquartered in London with operations in Porto).
> No Unicorns yet


No Unicorns have yet been spotted in Portugal, despite one European unicorn having Portuguese blood in its veins. Farfetch was founded in 2008 by the Portuguese entrepreneur Josè Neves. The company’s headquarters are in London, but most of its technology operations are in Porto where it has more than 1,000 employees. Farfetch raised $195M in five rounds.
 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

SEP - STARTUP EUROPE PARTNERSHIP - Scaleups, Startups

 

 
 
Está disponível o primeiro estudo sobre scaleups tecnológicas portuguesas, ou seja, jovens empresas que, segundo o Startup Europe Partnership (SEP) obtiveram financiamento superior a um milhão de dólares desde a sua fundação, e tiveram pelo menos um momento de financiamento nos últimos cinco anos.
A iniciativa, levada a cabo pela SEP em conjunto com o CrESIT, com o apoio da Microsoft Portugal e do seu programa Ativar Portugal Startups, identificou 40 scaleups no nosso país. Este conjunto de empresas atraiu mais de 156 milhões de euros de financiamento de venture capitals e na sua maioria estão localizadas em Lisboa (42%). Estas scaleups são responsáveis pela atração de cerca de 60% do financiamento total. O Porto tem 28% destas empresas e as restantes estão espalhadas por todo o País.
 
O estudo SEP Monitor apresentado revela que, embora esteja a recuperar de uma crise económica e financeira, Portugal está a marcar fortemente o seu território no mapa europeu de startups, com uma comunidade de empreendedores capazes de produzir resultados tangíveis. Apesar de ainda não ser possível comparar a realidade portuguesa com a de outros países analisados pelo SEP (Alemanha, França e Reino Unido), Portugal tem muitas 
semelhanças – e uma pequena diferença – com Espanha e, em especial, com Itália.
O SEP identificou e analisou 40 scaleups que em conjunto já angariaram mais de 156 milhões de euros junto de venture capitals, ou seja, cerca de quatro milhões de euros em
média, por cada uma.
 
Alberto Onetti, coordenador do SEP, admitiu que por altura do SEP Matching Event em Junho, encontraram em Lisboa «uma comunidade de empreendedores muito vibrante», que está a crescer rapidamente. «Se estes números forem contabilizados proporcionalmente à dimensão do PIB, a capacidade de Portugal criar scaleups é bastante notável», reconheceu o responsável.
Para perceber a importância destes dados, há que ter em conta a juventude do ecossistema português de startups: 65% das scaleups portuguesas receberam financiamento nos últimos dois anos (a maioria delas, já este ano) e 75% nasceram depois de 2010 (e 48% depois de 2012). Além disso, Portugal é uma economia pequena, quando comparada com os outros países analisados (o PIB português é 16 vezes menor que o alemão, 12 vezes menor que o inglês ou francês, nove vezes inferior ao de Itália e seis vezes ao de Espanha).
 
Do estudo conclui-se também que 24 startups atraíram financiamento entre 500 mil e um milhão de dólares, o que significa que são candidatas a scaleups num futuro imediato.
Na angariação de capitais, as scaleups médias lideram, com quatro a assegurar 56% do total.
Neste ponto, o SEP conclui que o cenário português é muito semelhante ao italiano, onde dominam as pequenas scaleups. A grande maioria das startups portuguesas (90%) que conseguiram angariar financiamento nos últimos anos asseguraram valores entre um milhão e 10 milhões de dólares, o que representa 44% do valor total. Além destas, 8% angariaram entre 20 e 50 milhões de dólares, ou seja, 48% do valor total, e 2% financiaram-se entre 10 a 20 milhões de dólares. Isto prova que mais de 50% do financiamento assegurado pelas scaleups
portuguesas ficou concentrado nas empresas de dimensão média (entre 10 e 50 milhões de
dólares). Ainda não foi identificado qualquer empresa unicórnio/scaler, ou seja, uma startup que tenha angariado mais de 100 milhões de dólares de financiamento. No entanto,
um dos exemplos europeus tem origem portuguesa e dá pelo nome de Farfetch, empresa fundada em 2008 pelo empreendedor português José Neves. A sede da empresa está em Londres, mas a maioria das operações está no Porto, onde emprega mais de 1.000 pessoas. Em cinco rondas, a Farfetch angariou mais de 195 milhões de dólares (183 milhões de euros).
 
 
Internacionalização é para todos
 
Todas as scaleups portuguesas tiveram os seus processos de fusão/aquisição internacionalmente. O estudo do SEP identificou nove fusões/aquisições, com uma média de duas transações por ano nos últimos quatro anos (3, 1, 2 e 3 aquisições, respetivamente, em 2012, 2013, 2014 e 2015). Este número é 10 vezes mais pequeno que a média dos cinco países da União Europeia analisados, e ainda longe dos dois países mediterrânicos (Itália conta com 30 fusões/aquisições, enquanto Espanha regista 39).
Estes dados indicam que o ecossistema português de startups tem boas relações internacionais, mas o mercado interno ainda não explora a oportunidade de investir em startups.
 
A larga maioria dos negócios neste âmbito(66%) foi concretizada com empresas norte-americanas, 22% com empresas europeias (oriundas de Espanha e Reino Unido) e nenhum por organizações portuguesas. Houve uma compra por uma empresa sul-africana (a Naspers).
 
Tal como acontece noutros países, há várias scaleups que nasceram em Portugal mas foi fora das suas fronteiras que cresceram. Ou seja, deslocalizaram a sua sede – e parte da sua cadeia de valor – para outro país, mas mantêm forte presença operacional e tecnológica no país de origem. Exemplos desta realidade são a Feedzai ou a Talkdesk, que mudaram a sede para os EUA onde angariaram novas rondas de investimento junto de investidores americanos.
 
Outros exemplos são a Veniam (fundada no Porto em 2012, agora com sede em Mountain View mas com os seus laboratórios em Portugal), a Unbabel (fundada em 2013 em Lisboa, hoje com sede em S. Francisco e equipa de engenharia em Portugal) ou a Musikki (lançada em 2011 em Aveiro, agora baseada em Londres e com operações no Porto).
 
De acordo com Caroline Phillips, diretora da área de apoio ao empreendedorismo e
desenvolvimento na Microsoft Portugal, «este estudo vem confirmar que as scaleups portuguesas se estão a transformar em empresas capazes de competir à escala mundial e a estimular o crescimento económico».
 
 
 
 
Os Hubs e os sectores preferenciais
 
 Lisboa e Porto lideram as preferências dos empreendedores. É em Lisboa que se localizam 17 das scaleups portuguesas (42% do total) e acedem à maioria do venture capital (cerca de 60% do valor total). No Porto encontram-se 11 scaleups (28%), o que o torna o segundo hub do País. As restantes scaleups localizam-se de norte a sul do País, registando-se uma forte concentração na zona do Porto e Braga.
 
Nas áreas tecnológicas, as de Software Solutions, Business Analytics e Saúde lideram o mercado. A grande maioria das scaleups identificadas em Portugal atuam nestas áreas,
seguindo-se as de educação, serviços empresariais, turismo e mobile. De acordo com o estudo, outras áreas como digital media ou moda ocupam 5% destas scaleups.
 
 
O SEP categoriza as empresas tecnológicas de acordo com o capital angariado, como:

 
Startup: angariou menos de um milhão de dólares desde a sua fundação, e teve pelo menos um momento de financiamento nos últimos cinco anos.

Scaleup: angariou mais de um milhão de dólares desde a sua fundação, e teve pelo menos um momento de financiamento nos últimos cinco anos.

Unicórnio/Scaler: angariou mais de cem milhões de dólares desde a sua fundação, e teve pelo menos um momento de financiamento nos últimos cinco anos.

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