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terça-feira, 31 de julho de 2012

Conheça as novas regras do Código de Trabalho


Amanhã entram em vigor as novas regras da lei laboral. O Diário Económico explica-lhe as novidades. 

Apartir de 1 de Agosto, amanhã, trabalhadores e empresas podem contar com novas regras no Código do Trabalho. Mas apesar da entrada em vigor das alterações à lei, não se pode dizer que o diploma tenha chegado à sua etapa final, tendo em conta que o Governo já garantiu que há mais mudanças a caminho.
Com as novas regras, as horas extra vão render menos, os bancos de horas vão poder ser negociados directamente com o trabalhador e os despedimento por extinção de posto de trabalho ou por inadaptação vão ter regras novas. Quatro feriados serão eliminados, o período máximo de férias vai ser reduzido e faltas injustificadas junto a dias de descanso terão uma penalização maior. Também já se sabe que o Governo vai cortar, mais do que o previsto, as compensações por despedimento legal, o que exige novas mexidas na lei. E, em breve, é de esperar ajustes na redacção do diploma relacionados com o aumento da escolaridade obrigatória.
Pouco depois de ter sido publicado, o Código do Trabalho foi sujeito a uma rectificação, tal como o Diário Económico noticiou. O diploma voltou então a prever (tal como antes) que é considerado ilícito o despedimento por inadaptação que decorra da falta de condições de segurança e saúde, por culpa do empregador.

  • Trabalho mais barato e horários flexíveis
Horas extraordinárias

O pagamento devido pelo trabalho extraordinário vai cair para metade. A primeira hora extra em dia útil será paga com um acréscimo de 25% enquanto as seguintes passam a valer 37,5%. Nos dias de descanso semanal ou em feriado, o trabalhador passa a receber mais 50%. Já o descanso compensatório remunerado desaparece, ainda que se mantenha o descanso diário e o semanal obrigatório. Quer isto dizer que se mantém o descanso compensatório remunerado quando o trabalho suplementar impede o funcionário de gozar o período de descanso diário ou ainda quando este exerce funções em dia de descanso semanal obrigatório (geralmente, o domingo); nestes casos, o trabalhador continua a ter direito, respectivamente, às horas ou ao dia de descanso em falta, remunerados. Nas empresas que não são obrigadas a encerrar nos feriados, quem prestar trabalho normal nesse dia passa a receber um acréscimo de 50% ou a usufruir de descanso compensatório igual a metade das horas trabalhadas. E todas estas mudanças são imperativas. A partir de 1 de Agosto, são nulas todas as cláusulas de contratos de trabalho ou de Instrumentos de Regulamentação Colectiva de Trabalho (IRCT) já celebradas que disponham sobre descanso compensatório em dia útil, dia de descanso complementar ou feriado. Por outro lado, serão suspensas, por dois anos, as cláusulas de contratos de trabalho ou de IRCT que definam valores mais elevados no caso de horas extra ou, ainda, que disponham sobre retribuição (ou descanso) de trabalho normal prestado em feriado nas empresas que não são obrigadas a encerrar nesse dia. Se essas cláusulas não forem entretanto alteradas, ao fim de dois anos o corte para metade aplica-se aos montantes aí previstos. Mas essa redução não pode originar valores inferiores aos previstos no Código do Trabalho.
Banco de horas
O regime de banco de horas poderá ser negociado directamente entre a empresa e trabalhador. Neste caso, o período normal de trabalho pode aumentar até duas horas diárias, atingindo as 50 semanais. Mas as horas extra não podem ultrapassar 150 por ano. Até agora, os bancos de horas só podiam ser definidos por contratação colectiva, embora com limites mais largos. Outra novidade é que este regime poderá ser estendido. No caso dos bancos de horas individuais, o regime poderá abranger os trabalhadores de uma equipa, secção ou unidade económica se 75% dos seus trabalhadores aceitarem. Já no caso de bancos de horas por contratação colectiva, aplicam-se as mesmas regras que já hoje existem na adaptabilidade grupal. Assim, os IRCT que definam bancos de horas poderão prever que o regime seja estendido ao conjunto dos trabalhadores de uma equipa ou secção quando, pelo menos, 60% dos trabalhadores dessa estrutura sejam abrangidos. De qualquer extensão ficam fora os trabalhadores abrangidos por convenções que disponham em sentido contrário ou, no caso do banco de horas por contratação colectiva, os que sejam representados por sindicato que se tenha oposto à portaria de extensão que alarga o regime ao sector. As horas extra podem ser compensadas em dinheiro, descanso ou aumento do período de férias.
  • Menos feriados e dias de férias
Feriados

Vão desaparecer quatro feriados mas só a partir de 2013. Dois são civis (5 de Outubro e 1 de Dezembro) e dois são religiosos (Corpo de Deus e 1 de Novembro). O Governo comprometeu-se com a Igreja a suspender os dois feriados religiosos por apenas cinco anos mas esse prazo não consta do Código do Trabalho. A lei simplesmente elimina as quatro datas.

Férias
No próximo ano também desaparecem os três dias extra de férias que hoje existem ligados à assiduidade. Até agora, os trabalhadores tinham direito a 22 dias garantidos de férias mas, consoante a assiduidade, esse período podia chegar a 25 dias. O corte aplica-se a partir de 2013 porque as férias dizem respeito ao trabalho prestado no ano anterior. Esta redução será imperativa nos casos em que as majorações foram acordadas após Dezembro de 2003, tendo em conta que foi nessa altura que a regra dos três dias extra foi criada. Neste sentido, o diploma prevê que as majorações ao período de férias estabelecidas em contratos de trabalho ou em contratação colectiva já depois de 1 de Dezembro de 2003 sejam reduzidas em montante equivalente até três dias.

Contabilização
A lei também altera o regime de contabilização de férias. Passa então a estabelecer que, sempre que os dias de descanso do trabalhador coincidam com dias úteis, passam a ser considerados como dias de férias os sábados e domingos que não sejam feriados.

Pontes
Além dos períodos já previstos, o empregador poderá encerrar o estabelecimento em dia de ‘ponte' (entre um feriado e o fim-de-semana), mas só a partir de 2013. Nesse caso, o dia desconta nas férias do trabalhador ou este poderá compensar noutra altura o horário que ficou por cumprir. Mas se assim for, essas horas não serão consideradas trabalho extraordinário. Os trabalhadores devem ser avisados até ao dia 15 do ano anterior do encerramento a efectuar no ano seguinte.

Faltas
Quem faltar injustificadamente antes ou depois de dia de descanso, perde o salário correspondente a todos esses dias. Por exemplo, faltar em dia de ‘ponte' implica perder quatro dias de salário.

  • Despedimento vai ter novas regras
Extinção de posto
No caso de despedimento por extinção de posto de trabalho, quando há na secção postos de conteúdo idêntico, a empresa passa a poder definir os "critérios relevantes e não discriminatórios" para determinar os que serão eliminados. Desaparecem assim os actuais critérios relacionados sobretudo com antiguidade.


Posto compatível
Tanto nos casos de extinção de posto como nos de inadaptação, a empresa deixa de ser obrigada a tentar transferir o trabalhador para um posto de trabalho compatível antes de avançar para o despedimento.

Despedimento por inadaptação
O despedimento por inadaptação já podia ocorrer por redução continuada de produtividade ou qualidade, avarias repetidas ou riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores, por culpa do funcionário. Mas com as novas regras, cai um requisito que era obrigatório: o despedimento deixa agora de depender da existência de modificações prévias no posto de trabalho (como as que resultam de novas tecnologias ou de alterações nos processos de fabrico ou de comercialização). A partir de agora, mesmo que não haja modificações no posto, o despedimento pode avançar desde que se verifique "mudança substancial" da prestação do trabalhador e esta se preveja definitiva. E aqui voltam a ser considerados os mesmos conceitos de quebra de produtividade, avarias ou riscos para a segurança e saúde. A empresa tem, neste caso, de informar o trabalhador da apreciação da actividade antes prestada, demonstrando que houve alterações significativas. E, depois, tem de dar "ordens e instruções" ao funcionário sobre a execução das tarefas, para o tentar corrigir. Além disso, mantém-se a obrigação de a empresa prestar formação profissional e de dar um período de adaptação de 30 dias. A necessidade de modificações prévias no posto de trabalho também cai no caso de cargos de complexidade técnica ou direcção - este grupo já estava sujeito a uma segunda modalidade de inadaptação, podendo o despedimento ocorrer sempre que há objectivos acordados e não cumpridos. Mas, nesta situação específica, a alteração à lei só se aplica a metas que venham a ser acordadas depois de Agosto. Recorde-se no entanto, que a lei protege os trabalhadores com capacidade de trabalho reduzida, deficiência ou doença crónica das situações de inadaptação. Os trabalhadores que nos três meses anteriores tenham sido transferidos para o posto no qual se verifica a inadaptação, só têm direito a voltar ao posto anterior se este não estiver ocupado definitivamente. Por outro lado, o trabalhador pode solicitar as diligências de prova ao empregador. Além disso, nos casos em que não houve modificações no posto, o funcionário pode denunciar o contrato (com direito à compensação) quando recebe a comunicação da intenção de despedimento.
  • Compensações descem em Novembro
Indemnizações

As compensações por despedimento legal já desceram em Novembro de 2011 e vão voltar a cair em Novembro de 2012. Portanto, na prática, as mudanças só se vão verificar a partir daí. Já existiam dois regimes em vigor: quem começou a trabalhar depois de Novembro de 2011 só tem direito a 20 dias de retribuição base e diuturnidades por ano de casa e a compensação tem um tecto de 12 salários. Já a remuneração que serve de base ao cálculo não pode ultrapassar 20 salários mínimos (9.700 euros) o que significa que a compensação total não pode exceder 116.400 euros. Isto aplica-se a contratos definitivos ou a prazo. Por outro lado, quem foi contratado, sem termo, antes de Novembro de 2011, mantém o direito a um mês de retribuição base e diuturnidades por ano de casa. Não existe tecto máximo e há um pagamento mínimo de três meses. Os contratos a prazo anteriores a Novembro de 2011 têm direito a três ou dois dias de retribuição por cada mês de contrato (até ao período da eventual renovação extraordinária, uma vez que a partir daí aplica-se o novo regime).

Novo corte
As alterações à lei que agora entram em vigor dão um passo na uniformização entre regimes. Para já, o diploma diz que, a partir de Novembro deste ano, as compensações serão iguais a 20 dias de retribuição base e diuturnidades por ano de casa, para todos os trabalhadores (salvaguardando direitos adquiridos). Mas o Governo já acordou com a ‘troika' que, nessa altura, a redução será feita para o valor da média europeia e já se comprometeu a entregar a proposta no Parlamento até Setembro. De acordo com o memorando, a média europeia deverá situar-se entre 8 e 12 dias mas o valor ainda não está fechado com os parceiros sociais. Enquanto o Código não é novamente alterado, o diploma prevê que os trabalhadores contratados até Novembro de 2011 continuem a ter direito a uma compensação igual a um mês de retribuição base por ano de casa (ou igual a três ou dois dias por mês no caso de contratos a termo) a aplicar ao período de trabalho prestado até 31 de Outubro de 2012; já no tempo de trabalho exercido a partir daí, deverá ser calculado 20 dias por ano de antiguidade. È este o valor (20 dias) que será substituído pelo da média europeia. A lei estabelece ainda o pagamento mínimo de três meses no caso de contratos definitivos mais antigos. E uma vez que o diploma passa a instituir um tecto de 12 retribuições base também para contratos anteriores a Novembro de 2011, é preciso distinguir duas situações. Para quem tiver mais de 12 anos de casa (e portanto, direito a mais de 12 salários de compensação), o valor congela a 31 de Outubro de 2012. Ou seja, o montante a que o trabalhador teria direito nesse dia é o que ficará garantido no dia em que for despedido, mesmo que isso aconteça anos mais tarde. O mesmo acontece a quem tiver direito a uma compensação superior a 116.400 euros. Já quem trabalha há menos tempo na mesma empresa, verá as duas parcelas do cálculo acumularem até atingirem o montante de 12 retribuições base. As novas regras são imperativas sobre contratos de trabalho e IRCT já celebrados que prevejam valores mais altos. As alterações prejudicam duplamente contratos a prazo anteriores a Novembro de 2011 (os outros já estão ao abrigo das novas regras) porque a forma de calcular o salário que serve de base à compensação também muda.


Fundo
Para pagar parte das compensações (que se prevê aplicar apenas a contratos iniciados depois de Novembro de 2011), o diploma prevê um "fundo de compensação de trabalho" ou "mecanismo equivalente", também prometido para Novembro (depois de vários atrasos). Enquanto não for criado, o patrão é responsável pela totalidade da compensação.
  • Contratos até 15 dias
Curta duraçãoOs contratos "de muito curta duração", que não estão sujeitos a forma escrita, passam a abranger actividade sazonal agrícola ou realização de evento turístico com duração até 15 dias. Até aqui, o limite era uma semana. Nestes casos, a duração total dos contratos com o mesmo empregador não pode exceder 70 dias de trabalho no ano civil (contra o tecto de 60 dias previsto até agora).Regras do ‘lay-off' mudam

  • Regras do ‘lay-off' mudam
Redução ou suspensãoA empresa terá de disponibilizar, para consulta, documentos que justificam a situação de crise. São reduzidos os prazos de decisão e início de execução do ‘lay-off'; aliás, no caso de acordo com os trabalhadores, é possível iniciar logo a medida. Mesmo sem acordo, o ‘lay-off' pode ser prorrogado até seis meses. As empresas que avancem para este regime não podem despedir (com excepções, nomeadamente para contratos a termo) nos 30 ou 60 dias seguintes. O apoio da Segurança Social mantém-se em 70% da compensação retributiva devida ao trabalhador e, em caso de formação, há direito a um incentivo adicional. A empresa só pode recorrer novamente ao regime depois de decorrido período de tempo equivalente a metade do prazo do ‘lay-off' anterior, embora este prazo possa ser reduzido por acordo.

  • Comissão de serviço alargada
ChefiaJá hoje há um conjunto de cargos que podem ser exercidos em comissão de serviço, regime que pode terminar sem motivo justificativo (sem barreiras ao despedimento). É o caso de cargos de administração ou equivalente, de direcção ou chefia dependentes da administração ou ainda funções de secretariado pessoal desses cargos. E também já hoje, as convenções colectivas podem prever que o regime de comissão de serviço se estenda a funções que exijam especial relação de confiança (relacionada com aqueles cargos). Agora, as alterações à lei definem que as funções de chefia também podem ser abrangidas pelo regime de comissão de serviço, desde que isso esteja previsto em contratação colectiva. Mas esta novidade só se aplica às novas funções de chefia, iniciadas a partir de amanhã.
  • Trabalhador estudante
RegimeHá mudanças no regime de faltas quando está em causa trabalhador estudante abrangido por regime de créditos. Além disto, paralelamente às alterações nas horas extra e no descanso compensatório aplicável ao regime geral, também se prevê que o trabalhador estudante que preste trabalho suplementar só tenha direito a descanso compensatório igual a metade das horas trabalhadas.
  • Negociação descentralizada
Contratação colectivaQuando estejam em causa empresas com, pelo menos, 150 funcionários, as associações sindicais terão a possibilidade de delegar poder de negociação nas estruturas que representam os trabalhadores na empresa (como comissões de trabalhadores). Até agora, esta possibilidade só estava aberta no caso de empresas de maior dimensão, com mais de 500 trabalhadores.

DescentralizaçãoOs contratos colectivos de trabalho (que são celebrados entre associações sindicais e patronais) vão poder estabelecer que determinadas matérias (como retribuição, organização de tempo de trabalho e mobilidade geográfica e funcional) possam ser reguladas por outra convenção colectiva, nomeadamente ao nível da empresa.
  • Comunicações e intervalo
ACTAs empresas vão deixar de ser obrigadas a comunicar algumas informações à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT). É o caso do envio do regulamento interno, da cópia do mapa de horário de trabalho ou do acordo de isenção de horário. Antes de iniciar a actividade, as empresas também deixam de ter de comunicar elementos como o endereço dos locais de trabalho, identificação e domicílio dos gerentes ou o número de trabalhadores.

IntervaloA lei previa a obrigatoriedade de um intervalo de descanso, para impedir que o trabalhador exercesse funções durante mais de cinco horas consecutivas. Agora, o diploma acrescenta que, no caso de períodos de trabalho superior a 10 horas, o intervalo deve impedir seis horas seguidas de serviço.


quinta-feira, 26 de julho de 2012


Crowdfunding pela natureza

  site


O crowdfundig está a assumir maior protagonismo no financiamento de projectos, juntando a divulgação das iniciativas e a angariação de dinheiro para as por em prática. Agora o portal Naturlink também está a usar este recurso para promover campanhas de crowdfunding ambiental.

O Naturfunding foi apresentado ontem, em parceria com o portal norte americano Indiegogo, que o TeK já reveriu por diversas vezes, e o objetivo é simples: conseguir angariar dinheiro para apoiar causas, iniciativas empresariais e ou projectos criativos que contribuam para a conservação da natureza.

As duas primeiras campanhas já estão em marcha e são promovidas pelo Centro de Recuperação do Lobo Ibérico que precisa de adquirir os 17 hectares de terreno onde está localizado, sob risco de ter de fechar portas, e a Iniciativa Construção Sustentável, que quer angariar fundos para a produção de um livro e de uma ferramenta online que servirão de guia para a aplicação dos princípios de construção sustentável.

terça-feira, 24 de julho de 2012



"Vamos lá"

Projetor: a nova plataforma de empreendedorismo da TMN

 

Um dos objetivos é dar visibilidade a ideias de negócio. 


 Um dos objetivos é dar visibilidade a ideias de negócio. Imagem: DR

 
O Projetor, o novo sítio da TMN, é um site interativo onde serão colocados projetos/ideias de negócio que se pretende colocar em prática e onde quem tem disponibilidade para investir poderá ver a oferta existente.
Na conferência de imprensa de apresentação do site, Luís Avelar, administrador da TMN, realçou que descobriram que "já há talento de sobra e as boas ideias existem".


Este espaço irá replicar as condições do mercado, ou seja, um utilizador tanto pode ter um projeto para o qual precisa de meios, como pode ter meios (físicos, financeiros ou humanos) que pretende otimizar através da associação a um empreendimento que já exista.

Com mais de 100 mil utilizadores e depois de reunidas mais de 100 histórias de portugueses que fazem a diferença, a TMN procura assim colocar em prática o lema adotado: “Vamos Lá”.

O Projetor quer inovar no "território da proximidade com as pessoas", explicou ainda Luís Avelar. O objetivo é mostrar que em alturas de crise a mudança de mentalidades e a procura de novas formas de colaboração entre indivíduos são fatores críticos de sucesso, afirma o comunicado da empresa.

“Nada melhor que enfrentar a crise com engenho”, considera o administrador que de seguida passou a palavra ao Pedro Messias, um português que depois de viver em Londres decidiu que os produtos portugueses tinham um lugar nas prateleiras das lojas gourmet nacionais e internacionais.


Pensar global, provar local

“A ideia surgiu em 2011, quando vivia em Londres. Os produtos portugueses que via não tinham uma imagem que refletisse a sua qualidade” conta Pedro, explicando o que o levou a apostar elevar os produtos tradicionais a um novo patamar.
Think Global Tast GlobalThink Global Tast GlobalFotografia: site TGTL


Para criar a Think Global Taste local (TGTL), Pedro encontrou um investidor, pediu a ajuda de Nuno Mendes (um cozinheiro português premiado com uma Estrela Michelin e que neste momento está a trabalhar em Londres) para escolher produtos de qualidade, e depois trabalhou de perto com uma equipa de designers.

Agora é possível encontrar nas lojas internacionais rebuçados de mel portugueses, garrafas de vinho tinto Herdade do Perdigão com 500 ml e latas de azeite de alta qualidade vindos de Portugal, Espanha, e Itália.
Um ano depois, a empresa de Pedro está a trilhar um percurso que se deseja sólido e que pode já contar com vários prémios, entre eles, cinco na área de design.

Ao olhar para a nova plataforma da TMN, Pedro coloca a hipótese de mais tarde vir a recorrer a ela, salientando que o TGTL não seria possível sem os vários parceiros que apostaram nesta ideia.

Celia Figueira, da TMN, salienta que o Projetor é uma plataforma onde cada empresa pode apresentar o seu projeto e as suas necessidades, podendo estas ser das mais completas às mais simples. Para exemplificar, Célia referiu a ByAgil, uma empresa de azulejos cuja necessidade neste momento é que alguém crie o seu vídeo de divulgação.


A técnica do Marshmallow
A apresentação do novo produto da TMN terminou com a intervenção de Tom Wujec, o “senhor Marshmallow”, como ele próprio refere. Tom é canadiano e especializou-se em inovação.

Exemplificando os frutos do trabalho em equipa, o especialista desafiou os presentes a construir uma torre de esparguete com um marshmallow no topo. Uma tarefa que se revela particularmente difícil porque se dispõe apenas de 15 minutos e se está a trabalhar com pessoas que se acabou de conhecer.
Uma forma diferente de assinalar o valor que tem a cooperação e as parcerias, forças motrizes deste novo projeto da empresa de telecomunicações.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Android at Play: Android Game App Contest


Got an idea for an amazing Android game? Create a new, NDK-based Android game app for Intel® architecture (IA) based devices, then write an article about it and you could win a $25,000 cash prize!
This Intel® sponsored contest runs for four months, from July 6th 2012 and ends November 6th 2012. There will be four prizes (one each month) of $1000 cash prizes, and a grand prize of a $25,000 cash prize.
Click on any entrant's submission and try their app in the emulator now!
Email us an article showcasing your app's code
  • Download our template
  • Illustrate that you tested the app with x86 emulator system image
  • Provide motivation, description, and technical information for your game
  • Email us your completed template
Read about / download the following tools:

Judging

  • Submissions will be judged at the end of each month of the contest by The Code Project.
  • The grand prize will be judged by the Code Project and MVP panel selected by Code Project.
  • Judges will evaluate all eligible submissions on the following criteria: Prizes will be awarded based on how tightly an entry adheres to the conditions of entry, including: Focus and scope, overall quality, coherence, structure, and how well the app functions in the emulator.
  • Monthly votes and comments each submission receives on the Code Project website will be taken into account when choosing winners.
Conditions of Entry | Current winners list
fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/300_vagas_de_emprego_nas_tic_ate_final_do_ano_1257921.html

300 vagas de emprego nas TIC até final do ano

 
Uma campanha de recrutamento da Upgrade, empresa do grupo Multipessoal, vai recrutar até final do ano 300 profissionais na área das Tecnologias da Informação. A iniciativa decorre em todo o país, embora as oportunidades estejam mais centradas na zona da capital, e é anunciada com o slogan I Want Geeks.

Os destinatários são jovens com mais de 20 anos com formação superior, embora também estejam disponíveis algumas vagas para candidatos com formação técnica ao nível do 12ºano.

Procuram-se engenheiros de telecomunicações, consultores de telecomunicações para as áreas de Planeamento e Optimização; ou Implementação de Redes Móveis; bem como técnicos de telecomunicações.

Na área das tecnologias a empresa elenca um conjunto de competências mais valorizadas, onde se incluem conhecimentos na área do Java, C++ e BI. Em ambas as áreas - tecnologia e telecomunicações - é valorizado o domínio do inglês.

A Upgrade é uma empresa de outsourcing e consultoria de recursos humanos especializados nas áreas das Tecnologias de Informação e Telecomunicações. A campanha já é visível no site da empresa, os detalhes relativamente ao número de vagas a disponibilizar até final do ano foi avançado pelo diretor da empresa, Nuno Freitas, em declarações ao Público.
fonte : http://tek.sapo.pt/tek_expert/insight_3_0_debate_inovacao_nas_empresas_port_1257885.html

Insight 3.0 debate inovação nas empresas portuguesas

 
Na próxima segunda-feira a Beta-i, Associação para a Promoção da Inovação e Empreendedorismo, apresenta o INSIGHT 3.0, uma iniciativa organizada em parceria com o Gabinete para os Meios de Comunicação Social, a Lisbon Machine Learning Machine 2012, o Instituto Superior Técnico e a Caixa Geral de Depósitos

A web social e o seu impacto na economia portuguesa, o machine learning, os motores de busca e o tratamento de mass data estão entre os temas com espaço na agenda do evento que acontece no Palácio Foz a partir das 20 horas.

Entre os nomes em agenda, responsáveis pelas intervenções agendadas, estão representantes da Google, do LinkedIn, da Carnegie Mellon University ou da Feedzai que animam um evento com hora de início prevista para as 20 horas.

O objetivo do encontro é dar aos participantes a "oportunidade de interagir diretamente com os palestrantes, procurando entender as últimas tendências em tecnologia, o seu potencial impacto sobre a indústria portuguesa, encontrando desafios e oportunidades nesta área", explica uma nota à imprensa.

As inscrições no evento, de acesso pago, podem ser feitas online, num site onde também estão mais detalhes sobre o programa e os oradores.
fonte:  http://tek.sapo.pt/tek_expert/quem_quer_desenvolver_um_jogo_para_android_1257683.html

Quem quer desenvolver um jogo para Android?

 
Até novembro está em marcha um concurso para desenvolvimento de jogos para Android. A iniciativa é patrocinada pela Intel, que Intel que definiu como requisito que os jogos apresentados a concurso sejam desenvolvidos a pensar na Intel Architecture.

Outro requisito para participar é escrever um texto sobre o jogo desenvolvido e as suas características. O vencedor recebe um prémio de 25 mil dólares em dinheiro, mas há mais quatro vagas para lugares premiáveis: mil dólares para cada um.

Online pode ter acesso a todos os detalhes sobre o concurso, que tem data de inscrição possível até 6 de novembro. Há uma explicação detalhada sobre os recursos necessários para participar e está disponível o template.

Fonte: http://tek.sapo.pt/tek_expert/concurso_pede_ideias_para_explicar_software_1257356.html

Concurso pede ideias para explicar software

 
A Software AG lançou um concurso de ideias dirigido a estudantes universitários de todo o mundo. O desafio passa por conseguir mostrar, de forma prática, os beneficios do software da empresa. O melhor trabalho ganha um prémio de 10 mil euros que servirá para operacionalizar o conceito e mostrá-lo no stand da fabricante na edição de 2013 da CeBIT.

"Estudantes e professores de todo o mundo estão a ser chamados para ilustrar este complexo tema do reino do business-to-business através da utilização de um modelo apelativo, com o objetivo de demonstrar concretamente os benefícios do portfólio da Software AG para as empresas", explica a empresa numa nota à imprensa.

Já na anterior edição da feira de TI a empresa acolheu uma iniciativa idêntica. No ano passado foi mostrado um modelo para a indústria da construção que demonstrou de que forma um software inteligente pode ajudar a transportar componentes e materiais de construção para o local correto na hora certa. "Este modelo fictício eliminou atrasos através de mecanismos de controlo em tempo real que são apresentados em dashboard", diz a Software AG.

A edição 2012 do concurso já está em marcha. Os interessados devem inscrever-se através de email para university@softwareag.com até 31 de julho de 2012. Já o conceito a concurso deve ser submetido até 17 de outubro.

Os vencedores serão conhecidos a 1 de novembro. Daí até à data da feira têm de transformar o conceito em projeto para exibir entre 5 e 9 de Março de 2013.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Windows 8 Appcelerate Workshops: App Development

ID do Evento: 1032521567

Microsoft Lisbon Experience
Rua do Fogo de Santelmo, Lote 2.07.021990 – 110 Lisboa Portugal
Idioma(s):  Português.
Produto(s):  Windows 8.   
Destinatário(s):  Académico, Arquitecto, BDM com influências tecnológicas, Decisor de TI, Designer, Formação - Parceiros, Programador Não Profissional, Programador Pro e Suporte técnico - Parceiros.  
 

Com o Windows 8, estamos a preparar a maior evolução da história do sistema operativo mais utilizado em todo o Mundo. Queremos convidá-lo a ser um dos primeiros a conhecê-lo “a fundo”, fazendo este caminho connosco e criando as Apps, as suas Apps, que irão desde o primeiro momento tornar o Windows 8 uma experiência tão fantástica para os utilizadores. Foi por isso, e para si, que criámos os Windows 8 Appcelerate Workshops, uma série de eventos e iniciativas que irão ocorrer antes do lançamento, onde o iremos acompanhar e dar a conhecer tudo o que precisa saber para criar (e publicar!) uma das primeiras “estrelas” da nova Windows Store: a sua App.

Neste Windows 8 App Development Workshop iremos mostrar-lhe, como Developer, o que pode criar com esta nova versão do Windows e tudo o que precisa saber para começar: as novas plataformas e serviços para construir as suas Apps, os detalhes da nova Windows Store, ou ainda uma introdução ao Design "Metro" para criar Apps deslumbrantes (p.s. - se quiser saber mais sobre como aproveitar o máximo do design Metro, registe-se igualmente no App Design Workshop do próximo dia 25 de Julho).

Uma agenda de sessões pensada para lhe mostrar os principais tópicos que precisa conhecer, com os melhores especialistas na matéria: Caio Proiete (CICLO & Netponto.org), Carla Marta (Innovagency) e Tiago Andrade e Silva (Microsoft Portugal).

Tudo, afinal, para que possa começar o seu caminho nesta nova geração do Windows: criando “a” próxima grande App!

Encontramo-nos no próximo dia 24!
A Equipa Windows da Microsoft Portugal

Nota: o registo para este evento é gratuito

Agenda do Windows 8 App Development Workshop:

09h00-09h30: Recepção e Credenciação
09h30-10h45: The Windows 8 Platform for Metro Style Apps | Tiago Andrade e Silva
10h45-11h45: Designing Apps with Metro Principles and the Windows Personality | Carla Marta

11h45-12h15: Coffee-break

12h15-12h45: Everything Web Developers Must Know to Build Metro Style Apps | Tiago Andrade e Silva
12h45-13h30: Building Metro Style Apps with XAML: What .NET Developers Need to Know | Caio Proiete

13h30-14h45: ALMOÇO LIVRE

14h45-15h45: Building Windows 8 Metro Style UI with Built-in Controls | Tiago Andrade e Silva
15h45-16h30: Integrating with the Windows 8 Experience with Contracts | Caio Proiete

16h30-17h00: Coffee-break

17h00-17h30: Bring your Apps to life with Tiles and Notifications | Caio Proiete
17h30-18h15: How and When Metro Style Apps run | Caio Proiete


Oradores:

CAIO PROIETE, CICLO Formação (http://ciclo.pt)
O Caio Proiete é consultor independente/freelancer e formador em tecnologias Microsoft na CICLO, em Lisboa / Portugal. Possui diversas certificações técnicas, é Microsoft Certified Trainer (MCT) desde 2004, e é Microsoft Most Valuable Professional (MVP) em ASP .NET desde 2009, pela sua participação activa em comunidades técnicas em Portugal e no Brasil. É líder da Comunidade NetPonto, onde organiza eventos presenciais todos os meses com sessões técnicas sobre desenvolvimento de software na plataforma Microsoft .NET, e já participou como orador em eventos como TechDays Portugal e WebDay, entre outros.
Seus tópicos de interesse actualmente incluem ASP .NET MVC, HTML5, JavaScript, jQuery, Aplicações 'Metro' para o Windows 8, Silverlight para a Web, Silverlight para Windows Phone e Windows Azure.
http://twitter.com/caioproiete

TIAGO ANDRADE E SILVA, Developer Evangelist, Microsoft Portugal
Tiago Andrade e Silva é Developer Evangelist na Microsoft. Nos últimos 14 anos tem focado a sua actividade profissional na área do desenvolvimento de soluções Web. Esteve em empresas como Fullsix, Tinta Invisível, Neoris e Oni. Detém um mestrado em Engenharia Informática pela Universidade Nova de Lisboa e tem-se especializado na área de gestão de projectos, com foco nos métodos Ágeis. É Project Management Professional (PMP), Certified Scrum Professional, Certified Scrum Master, Certified Product Owner e foi o fundador da Comunidade Portuguesa de Scrum.
http://twitter.com/tiagonmas

CARLA MARTA, Directora Criativa, Innovagency (www.innovagency.com)
(perfil a adicionar brevemente)
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Microsoft quer que developers portugueses criem as primeiras “estrelas” do Windows Store

  (Atualizada) O desenvolvimento de iniciativas de apoio aos programadores portugueses que queiram desenvolver aplicações para o Windows Phone tem sido um dos enfoques da Microsoft Portugal que promoveu iniciativas inéditas na empresa, entre as quais se conta o App me UP. Mas agora, com o Windows 8 a caminho, o enfoque vira-se para a Windows Store.



“Queremos ajudar os Developers de Portugal a criar, desde já, as primeiras estrelas da Windows Store”, afirmou ao TeK Miguel Vicente, Audience Marketing Manager da Microsoft Portugal.



“Acreditamos sem limites no poder dos criadores de Apps made in Portugal, e acreditamos que o lançamento do Windows 8 é um palco fabuloso, um que queremos ajudar estas pessoas a aproveitar ao máximo”, explica. E por isso foram planeadas diversas iniciativas que vão decorrer nos próximos meses, entre as quais o programa App Spotlight, sobre o qual não quis revelar ainda muitos detalhes.



No programa de preparação para o Windows 8 constam ainda uma série de Workshops, os "Windows 8 Appcelerate Workshops", que foram desenhados para quem quer começar a desenvolver Apps para o novo sistema operativo que a Microsoft vai lançar antes do final do ano.



Os Workshops são focados em desenvolvimento e design e há ainda a possibilidade de participar num dos hands-on-labs limitados que está a ser preparado, com a equipa da Microsoft Portugal a prometer um acompanhamento próximo de todos os programadores.



Os eventos são de registo livre e gratuito e começam já na próxima semana com o Registo App Development, no dia 24 de Julho, seguindo-se o Registo App Design a 25 de julho, o Registo Hands on Labs a 26 de julho e a 1 de Agosto.



Para se inscrever nos workshops é só preciso seguir os links, mas no Hands on a Microsoft exige o envio de um emailcom os dados pessoais.



Como a Windows Store ainda não "abriu" oficialmente, os developers que quiserem ter as suas Apps disponíveis na altura do lançamento podem ter acesso a uma conta especial para publicação da aplicação.

Fonte: tek.sapo.pt 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

 Altran Foundation for Innovation

O tema para 2012

Tecnologia e Inovação ao serviço da Inclusão Social

O tema da Fundação em Portugal para 2012 é “Tecnologia e Inovação ao serviço da Inclusão Social”.
A Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de educação, recursos financeiros, limitações físicas ou outro tipo de deficiência, origem geográfica, classe social, idade ou preconceiros raciais. A inclusão Social passa por oferecer aos mais necessitados oportunidades de acesso a bens e serviços, dentro de um sistema que dê benefícios a todos e não apenas aos mais favorecidos.
rápido avanço da tecnologia pode ajudar a ultrapassar estes  problemas proporcionando melhores condições de vida para todos.

Procuramos ideias inovadoras que apoiem as cidades a criar ferramentas tecnológicas a favor da inclusão social nas variadas áreas, como por exemplo,:
  • Comunicação (acesso à mesma, adaptação de novas tecnologias, envolvimento na vida comunitária, etc.)
  • Educação (combate ao insucesso escolar, acesso geral ao conhecimento, etc.)
  • Formação e Emprego (formação profissional, inserção de pessoas com dificuldades ou deficiência, etc.)
  • Saúde e Higiene (acesso a atividades sociais para as pessoas com limitações físicas, adaptação de serviços de saúde, etc.)
  • Mobilidade (Autonomia para pessoas com limitações físicas, acesso a infraestruturas e transportes, etc)
  • Alojamento e ambiente  (melhoria das condições residenciais, acesso a serviços elementares, qualidade do ambiente)
fonte: http://pt.altran-foundation.org/o-premio-da-fundacao-em-portugal/o-tema-para-2012.html

Odd School organiza Masterclass com o produtor de Under Siege


As inscrições estão abertas para a Masterclass "Make: Videogames" que vai contar com a participação de Filipe Pina.

Boas notícias para quem deseja aprender mais sobre a criação de videojogos.
A Odd School vai organizar a Masterclass "Make: Videogames", e durante uma semana os participantes vão conhecer o processo creativo por detrás da construção de um videojogos.

Filipe Pina, produtor de Under Siege e co-fundador da Seed Studios vai ser o orador do evento que decorre entre 23 e 27 de julho entre as 9 e as 18 horas, num total de 40 horas onde os participantes conhecerão os passos necessários para a criação de um videojogo, incluindo as formas de obter financiamento para os projetos e como contactar as editoras que operam neste mercado.

"Os videojogos são actualmente uma força cultural imparável e em constante crescimento, constituindo a Masterclass 'Make: Videogames' uma boa aposta para todos aqueles que queiram compreender como funciona esta indústria promissora ou que gostassem de enveredar por ela futuramente", disse Filipe Pina, que é também membro da direcção da Sociedade Portuguesa da Ciência dos Videojogos.

Esta é uma boa oportunidade para os professionais que querem ter um conhecimento mais sólido de todo o processo de criação, desenvolvimento e publicação de videojogos ou para todos os que pretendem aprender um pouco mais sobre o funcionamento da indústria.

A 'Make: Videogames' está sujeita a pré-inscrição e os interessados devem enviar um email para o endereço masterclass@odd-school.com com o nome completo, e.mail, morada, contacto telefónico e NIF.

O valor desta Masterclass situa-se nos €250 e as inscrições estão abertas até ao dia 18 de julho.


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